guardei um verso verdadeiro da poesia de ser criança; não o lapidei inteiro: nele ainda dançam palavras de brinquedo que só em criança se sonha, que só se brinca a sério
domingo, 27 de junho de 2010
O arco-íris
É aparecer o arco-íris e eu volto a ser criança: deixo refletir na íris todo o encantamento da infância. Onde começa? Onde termina? “Isso não importa...!” Ahhh, sim, importa, sim! Isso é o mundo atrás da porta, o mistério que cultivo em mim. Aonde ele chega deve ter mar, pois se tiver e se mistura às águas, olha o colorido que dá toda a beleza que deságua! Quantas cores ele anuncia? Sete? Eu já nem sei. Já vão além da retina... Já vão além do prazer! Como roda de crianças... juntinhas... reinventando o viver!